Não sou leitor assíduo de qualquer revista que se valha, no entanto, entre buscas alheias de informações quaisquer, deparo-me com livretos típicos dessa era. Entre eles, um vem assolar mais assiduamente minha pobre cabeça animal. A revista Veja.
Não digo que seja, de todo, inútil. Sim que é em grande parte. Às vezes há de se aproveitar um verso - se muito - quando não apenas uma palavra que não tenha o mínimo de sarcasmo e ironia, requisito básico para todo e qualquer artigo publicado pelo meio de veiculação.
Apenas acho que, como tal, a pronunciada deveria se dar ao respeito com toda a população brasileira e omitir certas opiniões completamente fúteis e de nenhuma valia para o leitor que deseja, ali, encontrar um horizonte onde firmar a visão de um pensamento acerca de qualquer tema em vigor. Deveria-se substituir as críticas inúteis e repletas de sensacionalismos baratos por críticas que refletissem o espaço político-social em que subexistimos; os escárnios por elogios, menos capitalistas que fossem; as tricas por discursos realmente pungentes ao conflito, qualquer que seja esse.
Não acho que seja válido despender mais que essas palavras por um assunto que não vale merda, tal qual é a revista. Sendo, para mim, temas como sexo, masturbação mental, putaria, etc. assuntos bem mais proveitosos - ao menos para o meu ego.
E pra quem acha que não tenho razão, menos ainda argumentos suficientes, assistam ao vídeo ou continuem enchendo suas cabeças com informações manipuladas e manipuladoras.
Não digo que seja, de todo, inútil. Sim que é em grande parte. Às vezes há de se aproveitar um verso - se muito - quando não apenas uma palavra que não tenha o mínimo de sarcasmo e ironia, requisito básico para todo e qualquer artigo publicado pelo meio de veiculação.
Apenas acho que, como tal, a pronunciada deveria se dar ao respeito com toda a população brasileira e omitir certas opiniões completamente fúteis e de nenhuma valia para o leitor que deseja, ali, encontrar um horizonte onde firmar a visão de um pensamento acerca de qualquer tema em vigor. Deveria-se substituir as críticas inúteis e repletas de sensacionalismos baratos por críticas que refletissem o espaço político-social em que subexistimos; os escárnios por elogios, menos capitalistas que fossem; as tricas por discursos realmente pungentes ao conflito, qualquer que seja esse.
Não acho que seja válido despender mais que essas palavras por um assunto que não vale merda, tal qual é a revista. Sendo, para mim, temas como sexo, masturbação mental, putaria, etc. assuntos bem mais proveitosos - ao menos para o meu ego.
E pra quem acha que não tenho razão, menos ainda argumentos suficientes, assistam ao vídeo ou continuem enchendo suas cabeças com informações manipuladas e manipuladoras.