Que demônio é este; que convulsa a aspiração demasiado humana de se intervir pelo próprio ser, qualquer que seja. Às utópicas, boníssimas, libertárias, reacionárias e imitantes correntes de projeções ideológicas, recorre-se uma outra falha de alvorecer - extirpados e triviais. Transtorna-se - contudo - o fluxo social desconexo, estereotipado, avulso e deslógico acerca de morais e éticas benditas. Onde há de se aflorescer o aflito e ignaro propósito de interpor-se à condução expressiva do ser (civil ou desrotulado), abdicando da projeção pessoal e indeferível desse mesmo.
Fundem-se - prontamente - outras fragilidades inerentes às retóricas banais: a utilização de diálogos conservadores anti-científicos, a soez difusão de informações incoerentes, a debilidade ética ou moral aplicada às diversidades sociais, a violência transpositiva de zero aos pseudo-criminosos (ou criminosos - o que é sê-los?), a negação às provas referidas em pesquisas aprofundadas e focalizadas, o intermédio de projeções religiosas ou tradições prepotentes, a inefabilidade da conduta negativa, intensiva, inoportuna e excedente à autonomia alheia.
Que proceda a interconexão global à este conceito aberto; e que se inopere a argumentação inane, conduzindo tanto prós quanto contras a um decurso coeso e amplo.
Avante Marcha!
Pois que a folia é de agora! Ao soberbo rancor da euforia urbana; inflamada às veias de um sangue esverdeado e do azul rústico que enfeita os céus indomesticados, daquelas desvirtuosas capelas derrubadas. E de já faça-se cônscio do monstro que se eleva - e se estende duma flora arraigada em desapego; entre didáticas esdrúxulas, afeições corruptas e a leviandade em ser humano. Apenas assim - tão descaminhado do Universo, é que também tão liberto às imagens da coexistência.
(Escrito acrescido a um d'outrora, postado - como comentário - em "Coletivo Marcha da Maconha")
Thacle de Souza Pinheiro.