Diabos! Quantos séculos sem postar algo completamente inútil aqui? Há mais tempo do que eu gostaria, quiçá. O motivo não é que eu não tenha motivos. É que eu não tenho tempo também (SIC, miserável). Entenda bem, meu fã, entre estudo, projetos e as malditas conversas que se insistem em travar por aí mundo afora, ainda tenho que arranjar tempo pra cagar, me divertir e me masturbar. Aliás, talvez não tenha tempo de arranjar tempo pra me divertir. Mas masturbação e defecação podem ser divertidas.
Lembrei-me de Bukowski, agora há pouco. Velho puto safado. Morreu antes que eu tivesse a chance de ir encher seu saco, à porta de sua casa. Ou eu é que nasci tarde demais, vai saber. O negócio é que eu acho que nasci e, por isso, dou-me o direito de escrever essas palavras em sua homenagem. É isso. Um parágrafo sobre Buk? Basta? Não, né? Pulando para o próximo parágrafo...
Não sei o que vim fazer nessa porra de mundo. Fico imaginando... talvez eu morra sem descobrir - quantas pessoas já não fizeram isso? Ou pior, quantas pessoas já não morreram pensando que tinham vindo ao planeta Terra para comer a Madonna, a Xuxa, jogar frescoball, ser feliz ou qualquer outra tolice dessas? O ponto confortante da história é que elas morreram. Mas há mais dessas por aí - agora, começo a ficar assustado de verdade. Bem, outro ponto positivo é que eu estou aqui escrevinhando essas bobagens a respeito do que é que eu vim fazer nessa merda de mundo e declarar que eu não sei, de fato. Isso já é legal. Puta merda, escrever faz um bem arretado. Sem querer ser melhor que ninguém.
Prova disso é que acho que estou ficando meio retardado. Ou completamente retardado. Desse tipo de retardado que acha que a maioria das pessoas ao seu derredor é mais retardada que ele. Algum tipo de retardamento crônico e há anos incubado. É! Quando eu era moleque era esperto de verdade. Vivia tão na minha quanto sempre, mas escrevia umas coisas muito divertidas.
Só o fato de não saber por que é que estou aqui talvez já seja suficiente para demonstrar o meu nível de retardamento mental. Mas, pensando melhor, muitas consideradas grandes mentes já escreveram poemas, prosas ou letras de música em que se indagavam do sentido da vida. É claro que há a possibilidade de terem sido mentes retardadas. Talvez seja possível ser retardado e esperto ao mesmo tempo. Esperto mesmo. Esperto desse tipo de espertos filho da puta, que sacaneia a própria mãe. Há dois dias foi dia das mães.
Diacho! Já reparou quantos talvezes há em qualquer um dos meus textos? Será mais um sinal? Vejamos... o que isto quer dizer? Quer dizer que eu não tenho certeza. Tudo bem: ter certeza é preciso mas não é preciso ter certeza. Não entendeu? Leia de novo. Não entendeu? Leia de novo. Não entendeu? Leia de novo. Não entendeu? Leia de novo. Não entendeu? Leia de novo. Não entendeu? Leia de novo. Não entendeu? Leia de novo. Não entendeu? Leia de novo. Não entendeu? Leia de novo. Não entendeu? Leia de novo. Não entendeu? Leia de novo. Não entendeu? Leia de novo. Se você pudesse compilar e executar um programa de computador, facilitaria muito minha pseudo-carreira de escritor.
Enfim, se você continuou sem entender, talvez você também seja um retardado. Ou talvez só esteja precisando de umas aulas de português. Se você for tesuda, posso lhe dar. Se você me der de volta, claro. Canalhice, hem? Não faz mal. Sexo faz bem. Se você não for tesuda, posso lhe dar de graça. Se você for homem, se dane. Não notou que o único objetivo dessas palavras é foder bocetas? Brincadeira. Há quem diga que o único objetivo de tudo no mundo é foder bocetas, para os homens. Para as mulheres deve ser ter um pinto entre as pernas ou ganhar dinheiro. Não sei. Não sou antropólogo. Perdoem-me as mulheres. Perdoem-me os antropólogos. Perdoem-me os pintos. Perdoe-me o dinheiro. Perdoem-me as bocetas. Perdoe-me o mundo. No final das contas, aquela parte do "não entendeu, lê novamente" foi engraçada. Escrever faz um bem arretado.
É isso aí. Eis a lição de hoje, amiguinho: escrever faz um bem arretado. Se você gostou, aprenda com dedicação, esforço, esmero e afinco. Se você não gostou, tente meter o dedo no cu e cheirar. Gostou? Pois é.
É brincadeira, viu? Eu estou em sã consciência. Estou bem e estou completamente bêbado. Portanto, é tudo brincadeira. E este parágrafo tem somente inverdades.