Diabos! É muito mais fácil viver quando se é criança. Começo a ter um pouco de inveja dessas criaturinhas um tanto diabólicas, um tanto angelicais, que apenas ficam olhando o mundo. Não parecem ter nada na cabeça, apenas olham, olham, fazem o que der na telha, sem medo, dó, nem piedade. Os adultos também não parecem ter muita merda na cabeça, mas ainda essa qualidade de poder divagar mentalmente mundo afora é perdida quando se cresce. E muitas vezes as crianças são mais sensatas que humanos em plena maturidade. E nem precisam se preocupar com suas atitudes - que se dane se comer cocô faz mal à saúde ou andar de velocípede na BR101 é perigoso -, apesar de conseguirem sentir quando perigam levar uma surra.
Ah, os joguinhos sexuais! Brincar de médico ou papai e mamãe com a amiguinha. Pretextos para desvendar os segredos do "paciente", papai trabalha, mamãe lava roupa e depois fazem o que papai e mamãe fazem à noite no quarto. Só não se sabe bem o que é. Mas se faz. Quando não há malícia nisso, soa tão bem e interessante. Depois o médico é sinal de doença, problemas e morte. Papai e mamãe não agüentam mais olhar um para a cara do outro, só fodem de quatro ou similarmente. Os adultos são mesmo um monte de lixo.
Havia uma amiguinha minha, há uns dez anos, que gostava de bancar a enfermeira. Dava-me uma bela examinada, apalpando meu pênis e notando a reação. Anotando tudo no seu caderninho de putaria mental. Logo após, como o homem da casa, eu ia para cima dela, sabia que tinha algo a fazer. Meti a língüa naquela xoxotinha. Não era bom nem ruim, não fedia nem cheirava, mas meu pai deveria fazer isso com minha mãe também - eu acho. Depois de um tempo a minha língüa começou a coçar. Porra, se hoje eu estivesse executando um cunilíngüe e minha língüa começasse a coçar, eu ficaria seriamente preocupado. Mas naquela tarde não tive preocupação alguma. O gosto deveria ser aquele mesmo, oras. Hoje, quando a vejo passar por aí rebolando sua bunda gostosa - nunca nos falamos - ainda sinto a sensação de ter comido um abacaxi. Será que o gosto dela mudou? Espero que sim, mas não estou a fim de experimentar. Isso é, de novo.
A coisa é que as crianças sabem viver. Depois desaprendem. Eu não ligava para porra alguma: comia tudo que visse na frente, chorava, fugia ou brigava quando algo me desagradava - se eu fizesse isso hoje, eu seria um andarilho sentimental e recalcitrante, provavelmente já estivesse morto. Talvez melhor assim. Logo conheci as mulheres, elas faziam algo de diferente com a minha cabeça, e eu começava a perder minha infância. Quando me decepcionei com as garotas e percebi que elas não queriam nada comigo, reciprocamente, o álcool invadia minha cabeça. E era demais. Mas era. Vieram outras drogas como álcool e mulheres, mas nada de novo. Hoje eu ando desconhecendo tudo. Melhor assim.
Ah, os joguinhos sexuais! Brincar de médico ou papai e mamãe com a amiguinha. Pretextos para desvendar os segredos do "paciente", papai trabalha, mamãe lava roupa e depois fazem o que papai e mamãe fazem à noite no quarto. Só não se sabe bem o que é. Mas se faz. Quando não há malícia nisso, soa tão bem e interessante. Depois o médico é sinal de doença, problemas e morte. Papai e mamãe não agüentam mais olhar um para a cara do outro, só fodem de quatro ou similarmente. Os adultos são mesmo um monte de lixo.
Havia uma amiguinha minha, há uns dez anos, que gostava de bancar a enfermeira. Dava-me uma bela examinada, apalpando meu pênis e notando a reação. Anotando tudo no seu caderninho de putaria mental. Logo após, como o homem da casa, eu ia para cima dela, sabia que tinha algo a fazer. Meti a língüa naquela xoxotinha. Não era bom nem ruim, não fedia nem cheirava, mas meu pai deveria fazer isso com minha mãe também - eu acho. Depois de um tempo a minha língüa começou a coçar. Porra, se hoje eu estivesse executando um cunilíngüe e minha língüa começasse a coçar, eu ficaria seriamente preocupado. Mas naquela tarde não tive preocupação alguma. O gosto deveria ser aquele mesmo, oras. Hoje, quando a vejo passar por aí rebolando sua bunda gostosa - nunca nos falamos - ainda sinto a sensação de ter comido um abacaxi. Será que o gosto dela mudou? Espero que sim, mas não estou a fim de experimentar. Isso é, de novo.
A coisa é que as crianças sabem viver. Depois desaprendem. Eu não ligava para porra alguma: comia tudo que visse na frente, chorava, fugia ou brigava quando algo me desagradava - se eu fizesse isso hoje, eu seria um andarilho sentimental e recalcitrante, provavelmente já estivesse morto. Talvez melhor assim. Logo conheci as mulheres, elas faziam algo de diferente com a minha cabeça, e eu começava a perder minha infância. Quando me decepcionei com as garotas e percebi que elas não queriam nada comigo, reciprocamente, o álcool invadia minha cabeça. E era demais. Mas era. Vieram outras drogas como álcool e mulheres, mas nada de novo. Hoje eu ando desconhecendo tudo. Melhor assim.