Há, em tudo na vida, um talvez sim.
Talvez, se o o banco estivesse alguns centímetros mais distante da porta lateral, não houvesse ocorrido tal fatalidade. Houvesse um orifício por onde saísse todo aquele gás venenoso, estivessem todos vivos, talvez. Se não cansar aos olhos esse emaranhado de esses, talvez queira - meu modesto leitor - avançar ao próximo parágrafo.
Exista, talvez - é claro -, um ser superior sobre todos os outros seres. E, se não existir, qual a diferença entre respirar o raro e gélido oxigênio das montanhas mais altas ou o nosso fútil e árido ar do Nordeste? Respiramos, bebemos, comemos e morremos - não obstante a um ser que nos reja os suprimentos.
Entretanto, no entanto, é irrefutável a necessidade de um suprimento aquém de todos os outros citados anteriormente: o poder além da vida. O poder de crer no que quiser. Pode-se chamar de asas da imaginação, liberdade, libertinagem, traição mental. Pode-se, até, se chamar de fé. Mas não remetamos a princípios de ordem religiosa.
Não queiram, as vis mentes que assolam o infértil solo do escrever - debilmente - humano, combater pungentemente as palavras de um ser que não fala nada a mais, senão tudo em que crê, ou que o finge - como podem ler os senhores - convincentemente.
Pode ser até que algum de vocês entenda o que eu digo, talvez sim. Talvez não.
Talvez, se o o banco estivesse alguns centímetros mais distante da porta lateral, não houvesse ocorrido tal fatalidade. Houvesse um orifício por onde saísse todo aquele gás venenoso, estivessem todos vivos, talvez. Se não cansar aos olhos esse emaranhado de esses, talvez queira - meu modesto leitor - avançar ao próximo parágrafo.
Exista, talvez - é claro -, um ser superior sobre todos os outros seres. E, se não existir, qual a diferença entre respirar o raro e gélido oxigênio das montanhas mais altas ou o nosso fútil e árido ar do Nordeste? Respiramos, bebemos, comemos e morremos - não obstante a um ser que nos reja os suprimentos.
Entretanto, no entanto, é irrefutável a necessidade de um suprimento aquém de todos os outros citados anteriormente: o poder além da vida. O poder de crer no que quiser. Pode-se chamar de asas da imaginação, liberdade, libertinagem, traição mental. Pode-se, até, se chamar de fé. Mas não remetamos a princípios de ordem religiosa.
Não queiram, as vis mentes que assolam o infértil solo do escrever - debilmente - humano, combater pungentemente as palavras de um ser que não fala nada a mais, senão tudo em que crê, ou que o finge - como podem ler os senhores - convincentemente.
Pode ser até que algum de vocês entenda o que eu digo, talvez sim. Talvez não.