quinta-feira, 16 de abril de 2009

Eu não esqueci, não, seu puto! E a minha garrafa, aqui, me faz lembrar muito bem.
Você quer ler algo sobre o nosso velho Hank. Ou nosso velho Harry. Ou o nosso Charles Bukowski. Pois eu lhe digo: era um puto safado que não chapava nem fodia. Um velho ranzinza - sim - que ganhou uma grana à altura de sua vida escrevendo essas coisas que hoje tanto nós apreciamos.
E eu não esqueci seus peitinhos de donzela, minha querida. Você pode até querer me enganar ou até se enganar. Mas eu sei que você quer mesmo é um macho que te foda direitinho! Beije, acaricie, chupe, meta e goze dentro. Eu sei, safadinha, eu sei. Não adianta ficar com esse papo de bêbada para cima de mim, que sou melhor em cima de você, direitinho.
Agora, se me dão licença, preciso de um trago. E me ausentar por alguns instantes.
O que é consequente!